Os Melhores Álbuns de 2013

Babyshambles – Sequel to the Prequel
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2 Okkervil River – The Silver Gymnasium
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3 Arcade Fire – Reflektor
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4 White Lies – Big TV
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5 The National – Trouble Will Find Me
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6 Daft Punk – Random Access Memories
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Queens of the Stone Age – …Like Clockwork
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CHVRCHES – The Bones of What You Believe
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9 Foals – Holy Fire
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10 Yuck – Glow and Behold
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*** Menções honrosas:
Savages – Silence Yourself
Sky Ferreira – Night Time, My Time
Justin Timberlake – The 20/20 Experience
Smith Westerns – Soft Will
Jake Bugg – Sangri La

*** Decepções do ano:
1. MGMT – MGMT
2. No Age – An Object
3. Franz Ferdinand – Right Thoughts, Right Words, Right Action

As Melhores Músicas de 2013

Lista bem pessoal. Escutei bastante coisa esse ano e decidi fazer uma lista das músicas que mais ouvi ao longo de 2013. As 10 primeiras tem link para quem quiser dar uma conferida!

Babyshambles – Nothing Comes to Nothing
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2 Arcade Fire – Afterlife
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3 Okkervil River – Down Down the Deep River
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4 Daft Punk – Instant Crush
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5 Sebadoh – I Will
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6 The National – Graceless
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7 White Lies – Getting Even
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8 The Killers – Shot at the Night
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9 Drake – Hold On, We’re Going Home
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10 CHVRCHES – We Sink
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11 Queens of the Stone Age – I Sat By The Ocean
12 Jack Johnson – Washing Dishes
13 Empire of the Sun – Alive
14 Sky Ferreira – I Blame Myself
15 Avicii – Wake Me Up
16 Smith Westerns – Idol
17 Placebo – Loud Like Love
18 Vampire Weekend – Hannah Hunt
19 Kings of Leon – Comeback Story
20 The Oh Sees – Toe Cutter – Thumb Buster
21 Justin Timberlake – Mirrors
22 Palma Violets – Rattlesnake Highway
23 Yuck – Lose My Breath
24 Beach Fossils – Clash the Truth
25 Of Montreal – Fugitive Air

Review: White Lies – Ritual (2011)

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1 Is Love
2 Strangers
3 Bigger Than Us
4 Peace & Quiet
5 Streetlights
6 Holy Ghost
7 Turn the Bells
8 The Power & The Glory
9 Bad Love
10 Come Down

Apesar de não ter a mesma quantidade de hits de To Lose My Life, Ritual, o segundo trabalho do White Lies, mostra que a banda não perdeu a capacidade de criar refrões viciantes e empolgantes, principalmente para shows em estádios abertos. Dessa vez, as letras são menos depressivas e o clima é menos sombrio. Há um ar de otimismo em vários momentos, o que é sempre bom. Podemos observar um grande uso dos sintetizadores em detrimento da guitarra, escolha que se mostra acertada na maioria das vezes. Ritual não é um disco brilhante, mas comprova que o trio formado por Harry McVeigh, Charles Cave e Jack Lawrence-Brown veio para ficar.
7/10

Ouça: Is Love, The Power & The Glory, Strangers

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Review: White Lies – Big TV (2013)

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1 Big TV
2 The Goes Our Love Again
Space I
4 First Time Caller
5 Mother Tongue
Getting Even
7 Change
Be Your Man
9 Space II
10 Tricky to Love
11 Heaven Wait
12 Goldmine

Após o irregular Ritual (2011), o White Lies investiu pesado em suas notórias influências como Interpol, Joy Division, Tears for Fears e Depeche Mode e procurou por inspiração no trabalho de estreia da própria banda, o fabuloso To Lose My Life. Mostrando ambição em termos de letras e um amadurecimento natural de todos os músicos, principalmente de Harry McVeight e sua voz intensa, o trio londrino deixa bem claro que possui um potencial gigantesco. Big TV é um álbum capaz de impressionar em audições solitárias (ou com aquela pessoa especial) em casa ou no carro e também de empolgar em shows em grandes arenas, no melhor estilo The Killers de ser.
9/10

Ouça: Big TV, First Time Caller, Getting Even

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Review: White Lies – To Lose My Life… (2009)

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Death
To Lose My Life
A Place to Hide
Fifty On Our Foreheads
Unfinished Business
E.S.T.
From the Stars
Farewell to the Fairground
Nothing to Give
10 The Price of Love

O álbum de estreia do White Lies deixou bem claro que a banda faz parte do pós-punk revival, assim como Interpol e Glasvegas, por exemplo. Bebendo bastante na fonte de Joy Divsion e Echo and the Bunnymen, o trio londrino cria em To Lose My Life um som carregado com uma atmosfera sombria. As letras priorizam temas que envolvem a morte, quase sempre de maneira profunda e dolorosa, às vezes flertando com uma escrita poética e às vezes entregando versos levemente ingênuos. A boa noticia é que na maior parte do álbum a banda acerta em cheio, principalmente na inclusão de violinos, órgãos, um baixo muito bem trabalhado e nos refrões que empolgam bastante ao vivo, como o “keep on running, keep keep on running, there’s no place like home” da viciante Farewell to the Fairground. Apesar dos temas sérios e mórbidos, o White Lies mostra capacidade para criar melodias cheias de energia e que emanam algum grau de positividade, como em To Lose My Life e A Place to Hide. Em um dado momento, pode-se notar um pouco de repetição, como se as boas ideias tivessem se esgotado. Além disso, as duas últimas músicas destoam bastante do resto no quesito qualidade. De qualquer forma, é uma ótima experiência que tem a tendência de ficar melhor a cada audição.
95

Ouça:
Death
Unfinished Business
To Lose My Life

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