Setlist do Muse no Rock in Rio 2019

No domingo dia 6 de outubro, o Muse terá a responsabilidade de fechar a última noite do Rock in Rio 2019. Esse show faz parte da turnê Simulation Theory, álbum que não foi recebido tão bem assim. De qualquer forma, temos que enaltecer a banda por jamais deixar de arriscar e de incluir as músicas novas nos shows. Ta aí uma banda que quer sempre evoluir e ficar em evidência.

Considerando os últimos shows, o provável setlist será este:

1. Pressure
2. Psycho
3. Break it to Me
4. Uprising
5. Propaganda
6. Plug in Baby
7. Pray (High Valyrian)
8. The Dark Side
9. Supermassive Black Hole
10. Thought Contagion
11. Interlude
12. Hysteria
13. The 2nd Law: Unsustainable
14. Dig Down
15. Madness
16. Mercy
17. Time is Running Out
18. Houston Jam
19. Take a Bow
20. Starlight
21. Knights of Cydonia

Pena que minhas preferidas Butterflies and Hurricanes e New Born vão provavelmente ficar de fora.

Show: Muse – São Paulo (2015)

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Faz tempo que me considero um fã do Muse. Minha admiração pelo trio britânico começou quando escutei o álbum Absolution há praticamente 10 anos. A partir daquela época, fui atrás dos álbuns anteriores e acompanhei de perto os lançamentos da banda. Confesso que atualmente não escuto Muse tanto como antes,  mas não iria deixar essa oportunidade passar. Finalmente havia chegado o momento de conferir de perto uma apresentação dos caras, apesar do preço abusivo dos ingressos.

Chegamos dentro do Allianz Parque umas 2 horas antes do horário previsto para iniciar o show e o que chamou a atenção logo de cara foi a quantidade de espaços vazios. Parece que o Muse ainda não tem aquela fama para lotar arenas no Brasil. De qualquer forma, na hora que eles começaram a tocar o estádio estava mais cheio. De acordo com a produtora do evento, 27 mil almas acompanharam a performance dos caras.

Uma coisa que aprendi: se você quer realmente se empolgar e sentir o show, nada de ficar em qualquer lugar que não seja a pista. Essa foi a primeira e – possivelmente – a última vez que resolvo pegar a cadeira inferior. A única coisa boa é ter uma visão privilegiada da banda e da galera, mas o bacana é estar lá no meio.

O setlist foi curto, mas muito bem equilibrado. Tivemos as músicas novas no começo. Psycho é uma ótima opção para abrir o show, com seus riffs pesados e diretos, fazendo todo mundo pular. Plug in Baby potencializa isso tudo e facilmente torna-se um dos destaques do show.

As coisas esfriam um pouco com algumas músicas mais recentes, mas pelo menos Dead Inside se revela ótima ao vivo e é mais uma oportunidade para Matt Bellamy mostrar seu talento.

Muscle Museum é tipo uma homenagem para os fãs antigos. O cara que sabe cantar essa do começo ao fim pode ser considerado fã de carteirinha.

A partir daí foi uma porrada atrás da outra. Madness, Supermassive Black Hole, Time is Running Out, Starlight, Uprising. Público cantando junto e pulando. Para o bis, Mercy e Knights of Cydonia, fechando com propriedade.

É uma pena que logo quando o show empolgou de fato, ele terminou. Será que deu 1 hora e meia no total? Passou tão rápido. Ficou evidente a qualidade técnica, os refrões incríveis cantados como se fossem hinos, a produção caprichada, mas faltou algo. Uma interação maior? Uns 30 minutos a mais? Provavelmente.

Saímos satisfeitos, mas com a noção de que eles poderiam ter feito um pouco mais.

Preview: Need for Speed

need-for-speed-filmeAcaba de ser lançado um novo trailer de Need for Speed, filme que tem tudo para agradar os amantes da velocidade. O filme está previsto para ser lançado em meados de março do ano que vem e conta com Aaron Paul no papel principal.

Aaron Paul demonstrou um enorme talento em Breaking Bad. Será que ele fez a escolha certa quando aceitou participar de um filme que privilegia a ação? Tudo bem que existe uma história de vingança no meio, mas o trailer chama bem mais a atenção para os (ótimos) efeitos especiais.

Bom, o fato de ter Muse (Butterflies and Hurricanes) no trailer aumenta minha boa vontade com Need for Speed.