Wild Nothing – Nocturne (2012)

 

1 Shadow *
Midnight Song
3 Nocturne
Through The Grass
Only Heather *
This Chain Won’t Break
Disappear Always
Paradise *
Counting Days
10 The Blue Dress
11 Rheya

Nocturne é o segundo trabalho do Wild Nothing, o ambicioso projeto musical de Jack Tatum. É fácil perceber uma boa evolução em relação a Gemini de 2010, mas o estilo dream pop que tanto agradou permanece. Aqui ele nos faz mergulhar em um som relaxante, em alguns momentos uma mistura de The Pains of Being Pure at Heart e New Order. Como não podia deixar de ser, as músicas de Nocturne tem a tendência de evocar poderosas imagens de ambientes noturnos. Para aproveitar o clima propício, as letras possuem um tom confessional e abordam temas como relacionamentos um tanto frustados ou até declarações de amor, como na piegas, mas cativante Only Heather. Um excelente álbum que dá indícios de que Jack Tatum tem um futuro promissor pela frente.
9/10

Fun. – Some Nights

Some Nights

1 Some Nights (intro)
2 Some Nights
We Are Young
Carry On
It Gets Better
6 Why Am I The One
7 All Alone
All Alright
One Foot
10 Stars
11 Out On The Town (bonus)

O vocalista Nate Ruess já demonstrava muita qualidade em sua antiga e um tanto desconhecida banda, The Format. Agora no Fun. parece que ele está conseguindo explorar ainda mais o seu talento, investindo em letras simples, mas que esbanjam sinceridade e servem como autênticos retratos cotidiano. Boa parte de Some Nights tem uma pegada nostálgica e não tem vergonha de mostrar suas influências que vão desde Queen até o indie pop. Não é um álbum regular, mas os destaques Some Nights, We Are Young e Carry On são músicas viciantes, muito bem produzidas, capazes de empolgar tanto no som do carro como em um show ao vivo.
7/10

Passion Pit – Gossamer (2012)

Gossamer

Take A Walk
I’ll Be Alright
Carried Away
Constant Conversations
Mirrored Sea
Cry Like A Ghost
7 On My Way
Hideaway
Two Veils To Hide My Face
10 Love Is Greed
11 It’s Not My Fault, I’m Happy *****
12 Where We Belong

Gossamer, segundo trabalho desta banda americana de indie pop, investe em um som descontraído, divertido, capaz de levantar o nosso espírito no mais cinza dos dias. Abusando do falsete do vocalista Michael Angelakos e contando com refrões viciantes e um instrumental eficiente, além de sintetizadores bem empregados, o álbum rapidamente cai nas graças de quem procura algo agradável, mas não necessariamente virtuoso. Músicas como Take A Walk e Carried Away fazem a pessoa mais travada do mundo ter vontade de pelo menos mexer os ombros acompanhando o ritmo. Também há espaço para músicas menos “coloridas”, como Where We Belong e Love is Greed, que não enjoam tão rápido. It’s Not My Fault, I’m Happy alcança uma coesão surpreendente, nos oferecendo tudo o que Passion Pit tem de melhor. A sensação que fica é que eles podem evoluir ainda mais.
8/10