Brightburn – Filho das Trevas | Crítica

E se o Superman usasse os seus poderes para praticar o mal? É basicamente essa a ideia de Brightburn, uma bem-vinda surpresa que subverte um gênero carente de originalidade.

A premissa tinha potencial para fazer do filme algo realmente memorável, mas algumas decisões equivocadas do roteiro e o ritmo apressado foram minando essa possibilidade.

Primeiro de tudo: por que revelar a origem de Brandon Breyer logo de cara? Seria muito mais intrigante se houvesse uma dúvida sobre quem ele realmente é. Outra coisa que atrapalha a experiência é o fato do garoto começar a praticar seus atos cruéis quase que de uma hora para outra. Faltou desenvolver isso de uma maneira mais natural.

Mas os acertos superam os erros. A atmosfera de terror vai ganhando forma e culmina em algumas cenas do mais puro gore. Confesso que não esperava ver aqui situações dignas de causar tamanho desconforto. E isso é um belo acerto do filme, ainda mais considerando o orçamento enxuto.

Como reagir diante de um filho que começa a cometer atrocidades e que possui poderes incalculáveis? Competente atuação de Elizabeth Banks que transmite bem o misto de sentimentos de uma mãe que se encontra nessa posição. Brightburn surpreende por também investir nesse lado mais emocional e não apenas no suspense e violência.

2 comentários em “Brightburn – Filho das Trevas | Crítica”

  1. Achei bacana o filme, mas realmente poderia ser melhor.

    E a Liga da Justiça do mal é bem legal.

    Tem uma série na Amazon chamada The Boys. Se ainda não assistiu assista

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