Crítica: Bonnie e Clyde (1967)

BONNIE AND CLYDEBonnie e Clyde foi um dos filmes mais ousados e influentes do cinema americano. Estrelado pela dupla Warren Beatty e Faye Dunaway, a trama mostra um jovem casal que decide entrar no mundo do crime, principalmente assaltando bancos. Dinheiro fácil, adrenalina e a busca pela fama são alguns dos motivos que explicam esse perigoso estilo de vida. Aliás, essa questão da fama é ressaltada diversas vezes, como na preocupação com a aparência na hora de tirar fotos ou na euforia de ser citado nos jornais.

Ritmo ágil, cenas de ação empolgantes, violência nua e crua e um final esteticamente belo e brutal fazem de Bonnie e Clyde uma experiência inesquecível. Confesso que em alguns momentos me irritei com a personagem Blanche e não consigo entender como a atriz Estelle Parsons levou o Oscar por este trabalho em 1968, afinal tudo o que ela faz é gritar e sair correndo como uma maluca. Um probleminha sem importância quando analisamos o todo. Grande clássico!

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2 comentários em “Crítica: Bonnie e Clyde (1967)”

  1. Sim, uma obra-prima que até hoje continua super moderna e cativante. Deve ter tido o mesmo impacto no cinema americano que a nouvelle vague teve no francês.

    E também acho incompreensível o Oscar de Parsons. Ela deveria ter vencido no ano seguinte por RACHEL, RACHEL.

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