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Acreditem ou não, The Maze Runner é mais um exemplar “young adult” inspirado em livros de sucesso. Para minha surpresa, o filme não decepciona, apesar do ato final que por pouco não arruinou toda a experiência. A primeira hora reserva as melhores sequências, com muito mistério, suspense e ideias promissoras. Somos colocados na pele de Thomas, um jovem que se vê no meio de uma clareira cercada por enormes muros e habitada apenas por garotos. Aos poucos ele vai descobrindo algumas coisas, como o gigantesco labirinto que fica atrás desses muros e a presença de criaturas assassinas patrulhando o caminho. A fuga parece impossível, mas o inquieto Thomas vai fazer de tudo para descobrir uma saída. O começo promissor e envolvente vai perdendo a força a cada minuto que passa. A culpa não é dos competentes atores e nem dos razoáveis efeitos especias. É mesmo o roteiro que fica devendo em termos de conteúdo e criatividade, chegando até a nos insultar com a resolução, que parece querer dizer algo como: “esse final pode ser tosco, mas aguardem o próximo capítulo que vocês não vão se arrepender!” Será?
[7.5]