Crítica: Solaris (1972)

solaris-1972

Considerado um filme preparatório para a realização de StalkerSolaris é uma ficção científica contemplativa e de ritmo lento. O mistério está presente do começo ao fim. O que está por trás de Solaris? É feito por seres humanos, por aliens ou algo além disso? Ele levanta algumas questões filosóficas, mas não as responde. Um personagem fala que felizes são aqueles que não se questionam sobre coisas importantes, o que dá uma boa ideia sobre o clima do filme. De qualquer forma, ele exige bastante atenção, pois não é fácil de ser absorvido. Em alguns momentos, ele traz a mesma sensação de ler Dostoievski bêbado, algo intelectualmente complicado.
7/10

4 comentários em “Crítica: Solaris (1972)”

  1. Conheço quase toda a filmografia de Tarkovsky (exceto Nostalgia), e embora Solaris seja um de seus filmes mais celebrados pelos cinéfilos (na verdade é muito bom) prefiro outros como Stalker, O Sacrifício e principalmente O Espelho. A refilmagem de Soderbergh, porém, nunca vi – tenho medo de refilmagens de clássicos depois do desastre que Gus Van Sant fez com Psicose.
    Abs!!

    1. Cara, acredite, o filme do Soderbergh é ótimo, vale a pena! Não é aquela coisa bizarra frame by frame de Psicose do Van Sant não…

      Meu preferido do Tarkovsky: Stalker

      E Nostalgia não é dos melhores dele não!

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