Roy Neary (Richard Dreyfuss) é um homem comum que avista um OVNI em sua cidade. Desde então, ele vive de maneira obsessiva em busca dos aliens que ele tem certeza que estão por perto, algo que é representado pela forma de uma montanha que ele constrói tanto com purê de batata, como com barro e pedras. Suas ações causam estranhamento para sua esposa e seus filhos, mas ele encontra uma companhia em Jillian, que parece ter a mesma vontade de fazer contato.
O filme tem um ar de aventura muito grande, além de uma boa dose de teoria da conspiração. É impossível não compartilhar com Roy Neary o desejo de ver de perto os seres de outro planeta e descobrir se eles tem algo bom a nos oferecer. É com surpresa que presenciamos uma mudança de tom. Inicialmente, há um grande mistério e um receio de que os aliens possam ser violentos, mas aos poucos vamos compreendendo a verdadeira natureza deles, culminando naquela inesquecível sequência em que ocorre a comunicação através da música. Existe ali uma leveza e ar um de esperança comoventes, que se contrapõe às tensões da época, como a Guerra do Vietnã e a  Guerra Fria. Steven Spielberg estava em uma forma incrível nesta época, com trabalhos do nível de Contatos Imediatos, além de Os Caçadores da Arca Perdida, E.T. – O Extraterrestre e Tubarão. Difícil dizer qual é o melhor.
8/10