Crítica: O Planeta Proibido (1956)

 

O Planeta Proibido é uma ficção científica dos anos 1950 que tem envelhecido bem. Os efeitos especiais são datados, porém ainda satisfazem plenamente as exigências do roteiro. O grande diferencial é ter sido a primeira sci-fi a trabalhar com uma história que se passa em um outro planeta. Existe um ar de aventura e suspense em relação a este planeta, afinal só uma pessoa da expedição anterior sobreviveu. O simpático robô Robby é um personagem interessante e rende algumas boas risadas. Já os de carne e osso não fazem grande coisa, mas é curioso notar a presença do agora saudoso Leslie Nielsen. Me surpreendeu quando o filme dá uma pincelada no Id da psicanálise para explicar certos acontecimentos. Isso mesmo… aquela parte da personalidade que tem a ver com os instintos. A verdade é que O Planeta Proibido é mais inteligente do que parece.
7/10

2 comentários em “Crítica: O Planeta Proibido (1956)”

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