Crítica: A Invasão (1996)

Nesta ficção científica a tal invasão do título não se dá através de épicas batalhas aéreas, mas sim com os aliens já na Terra, disfarçados de seres humanos, roubando aos poucos nossos recursos e contribuindo da pior maneira possível para o aquecimento global. Zane (Charlie Sheen) é um astrofísico que capta um sinal misterioso e, em suas investigações, torna-se alvo de um grupo que tem muito a esconder. Temos aqui a velha história do solitário cientista querendo provar aos outros a existência de seres de outro planeta. Por um tempo, A Invasão consegue manter uma sensação de paranoia interessante, mas quanto mais descobertas são feitas, mais o filme perde a graça. De qualquer forma, o ar de filme B nos permite relevar certas forçadas de barra do roteiro e os efeitos especiais não tão competentes. Charlie Sheen demonstra energia e carisma, segurando as pontas. Pode não adicionar nada de muito relevante ao gênero, mas ao menos diverte.
5/10

2 comentários em “Crítica: A Invasão (1996)”

  1. Assisti pelos idos de 98 e, na época, lembro de ter gostado bastante hehehe

    Rever seria um desperdício de tempo pelo visto. Deixarei na minha memória afetiva boas lembranaças ao invés de destrui-las com a “realidade” então.

    1. foi o que aconteceu comigo… eu assisti a este filme algumas vezes e gostava bastante, lembro inclusive de ter visto dublado na globo e achado fantástico!

      agora ficou bem fraco….

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