Crítica: B13 – 13º Distrito (2004)

 

Em B13 – 13º Distrito você não vai encontrar nenhum indício de profundidade em termos de roteiro. Em nenhum momento paramos para refletir sobre alguma situação ou sobre alguma ideia apresentada. É muito mais um filme de ação do que uma ficção científica. Já deu pra entender que a história é o que menos importa aqui, mas vamos a ela: o governo francês decide botar um muro gigante em volta de uma região violenta de Paris, deixando o povo à própria sorte. O policial Damien recebe a missão de se infiltrar no Distrito B13, para recuperar e desarmar uma bomba nuclear. Ele vai receber a ajuda de Leito, um detento cuja irmã encontra-se dentro do gueto, refém do traficante mais perigoso do local. Nada demais, não é? O que realmente empolga no filme são as incríveis cenas de ação, quase sempre abusando da habilidade dos atores e dos dublês no parkour, aquele esporte em que você sai pulando de um lado para o outro, vencendo os obstáculos ao seu redor. É tudo muito frenético e empolgante. O diretor Pierre Morel pode não dar atenção para o desenvolvimento dos personagens e do enredo em si, mas ele consegue nos fazer esquecer do roteiro fraco graças a ação de qualidade superior, quase sempre acompanhada por uma bela trilha sonora eletrônica. Além das perseguições pela cidade, as lutas também são ótimas, coreografadas de maneira criativa e fluida, sem exageros. O filme gerou uma continuação, aparentemente não tão eficiente. 8/10

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