Crítica: O Guarda (2011)

 

O Guarda adiciona um pouco de criatividade e coragem para o gênero policial. Tudo acontece de maneira ágil, com situações violentas e diálogos que transbordam racismo e xenofobia. Apesar de ser politicamente incorreto, não tem como não dar boas risadas. O enredo em si não é muito animador, trata-se de traficantes que estão próximos de faturar uma grana, mas o guarda do título vai tentar impedir que isso aconteça. Breendan Gleeson nos conquista facilmente com seu personagem que fala palavrões pelos cotovelos, toma atitudes não muito corretas, mas que é extremamente sincero e dono de um bom coração. A atuação dele é a alma do filme e, consequentemente, é o motivo que faz a experiência valer a pena.  As pequenas coisas ganham destaque aqui, como piadas envolvendo Barack Obama, País de Gales e outras que podem passar despercebidas por nós, graças ao ritmo acelerado. Apesar do final um tanto clichê, deve-se aplaudir a ousadia desse filme, que pode ser considerado uma boa surpresa.
7/10 

6 comentários em “Crítica: O Guarda (2011)”

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